Descubra qual a diferença entre artigos de Jornal e de Periódico

Oi! Tudo tranquilo? Você já iniciou as pesquisas por fontes de informação para começar a escrever sua monografia? Então é bom que saiba que os artigos publicados em um jornal {em inglês, newspaper} têm um “peso” diferente dos publicados em um periódico {em inglês, journal}, principalmente quando você precisa citar algum.

Eu poderia listar diversas diferenças entre esses dois tipos de artigos, mas vou dar a mais significativa:

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Saiba em qual revista publicar seu artigo científico

Olá, tudo bem? Você almeja submeter seu trabalho científico a uma revista e não tem ideia pra qual? Pois vou te apresentar uma ferramenta que vai te ajudar a tomar essa decisão: o Edanz Journal Selector.

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Ele é bem fácil de usar, basta inserir na caixa de busca as palavras-chave, ou título, ou um pedaço do resumo do seu trabalho, e logo você obterá uma lista de revistas que publicam nas áreas relacionadas. Fiz um teste com um pedaço do resumo da minha monografia do MBA, repara o que consegui:

edans-journal-selector-1

Recuperei uma lista com 500 títulos de {possíveis} revistas para submeter meu trabalho! Ok.. 500 é muito, mas a partir daí você filtra os primeiros resultados, e avalia se público-alvo da revista vai se interessar pelo seu trabalho, assim é bem provável que ele seja aceito… {além de outros critérios, claro!}. 😉

Agora deixa eu te dizer uma coisinha… Reparou que na figura acima, do lado direito tem um filtro? Pois bem… selecionei ali a opção with open access options e ela me levou pra um carrinho de compras:

Ou seja, entendi que o que está gratuito são as informações sobre os títulos recuperados na busca, se quiser filtrar mais e ter uma “consultoria” para escolher o título mais adequado pra publicar seu trabalho você precisará desembolsar uma grana… {essa parte é ruim, né?}.

Mas a lista gratuita de resultados que ele apresenta tem informações valiosas, tais como o objetivo da revista e o fator de impacto (coletado da JCR). Isso já vai ajudar você, não tenha dúvidas. 😉

Se você tem outras dúvidas, já sabe: grita nos comentários. 🙂

O que você precisa saber sobre Fator de Impacto

fator-de-impactoOi! Tudo tranquilo? Se você está escrevendo um artigo para submeter a alguma revista científica, certamente você já ouviu falar em Fator de Impacto (FI). Esta história toda começou lá pela segunda metade do século XX com a necessidade de tentar identificar documentos científicos importantes para compor um acervo… Mas esse blá blá blá não vai servir muito pra você, a não ser que o tema de sua pesquisa tenha relação com tudo isso… é? ¬¬. Se não, vamos ao que interessa. 🙂

Pra começar, no mínimo você tem que saber o que danado é o FI… é um índice do Institute for Scientific Information, publicado na base Journal Citation Reports (JCR) desde 1972, que permite você “avaliar e comparar periódicos usando dados de citação obtidos [em um determinado período de tempo] de aproximadamente 12.000 publicações técnicas e acadêmicas e anais de congressos de mais de 3.300 editoras em mais de 60 países” (Portal Capes).

Pra ilustrar, existe um cálculo pra obter o FI, que é mais ou menos assim… Continuar lendo

As melhores dicas para enfatizar trechos do seu trabalho

Olá! Nos últimos posts trouxe bastante conteúdo sobre fontes de informação pra você, né?! Mas pense numa saudade de escrever sobre normalização que eu tava! Hehehe.. Por isso, o post de hoje vai ser pura normalization… 😉

Abordarei um ponto que pra muita gente pode ser irrelevante, mas não é nem um pouco pra quem vai ler/avaliar seu trabalho {e nem pra NBR 10520}: a ênfase de trechos.

Quando escrevemos é comum querermos enfatizar/destacar determinado trecho ou palavra. Já aconteceu com você? Certamente… E nas minhas andanças normalizando trabalhos por aí já vi destaques meio desesperadores. Sério.

Para manter o mínimo de padronização na escrita, e até mesmo coerência, sugiro que você escolha um tipo de destaque e o utilize uniformemente até o final do seu trabalho. Os tipos mais comuns de destaques são o negrito, o sublinhado, o itálico, as aspas (“duplas” e ‘simples’) e a CAIXA ALTA. Tenho certeza que você já ouviu falar neles e que até os usou pelo menos uma vez na vida. Eles são ótimos! Mas tenha cuidado: escolha um tipo apenas, e não destaque o mesmo trecho – ou palavra – com mais de um. É desnecessário {e feio} e se você precisar destacar trechos diferenciando-os você acabará “gastando” todos os seus tipos de destaque. Saca?

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Se você tem dúvida em como e qual tipo de destaque utilizar em seu trabalho vão cinco dicas:
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Conheça os 3 tipos básicos de fontes de informação para sua pesquisa

Olá! Tudo caminhando bem aí nas pesquisas pro seu trabalho? Espero que sim… Hoje vou falar um pouco sobre os tipos básicos de fonte de informação científica existentes, para ajudar você a selecionar as melhores para citar em seu trabalho.

Quem já participou de algum treinamento comigo deve se lembrar que sempre exponho a importância de selecionar bem as fontes de informação que serão citadas em seu trabalho, a fim de garantir a qualidade, veracidade e fidedignidade do conteúdo. Dentre vários critérios importantes para avaliação, é interessante saber que existem três tipos básicos de fontes de informação científica, e conhecendo-os, você já vai ter uma ideia do que é mais ou menos confiável. Os tipos são os seguintes:

primaFontes Primárias > São as produzidas diretamente pelo autor da pesquisa.
Exs.: Relatórios técnicos; Anais; Teses; Dissertações; Patentes; Normas Técnicas; Artigos de periódicos; Projetos de pesquisa em andamento.

secunFontes Secundárias > Trazem a informação agrupada/organizada, tendo a função de facilitar o uso da informação “dispersa” nas fontes primárias.
Exs.: Enciclopédias; Dicionários; Bibliografias; Índices; Bases e bancos de dados; Livros.

tercFontes Terciárias > São guias às fontes primárias e secundárias, trazendo uma síntese ou consolidação de informações.
Exs.: Bibliografias de bibliografias; Catálogos de bibliotecas, centros de informação e livrarias; Diretórios; Guias de literatura; Revisões de literatura.

Em geral, recomenda-se consultar uma fonte primária para citá-la, mas quando você não consegue ter acesso ao documento completo fica difícil fazer uma citação direta, né? O jeito é usar um apud, ou usar fontes secundárias e terciárias.

Essas definições e exemplos são bem consolidados na área da Ciência da Informação, mas {sem querer por caraminholas em seu juízo} confesso que, particularmente, acho bem arriscado fazer tal classificação categoricamente, antes de avaliar o conteúdo da fonte. Por exemplo: um livro pode ser uma fonte primária se trouxer informações inéditas, não pode? {Uma autobiografia, por exemplo}. Fica aí a reflexão. 😉

É isso aí. Espero ter ajudado a te dar um norte nesta escolha. Quem tiver informações adicionais que possam ajudar a esclarecer e selecionar melhor suas fontes, compartilha nos comentários.

Qualquer coisa, grita. 😉